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{Crazy Cat&Dog People} na Casa Ruim - Parte II - as compras

Da venda promovida pela Crazy Cat&Dog People na Casa Ruim trouxe algumas obras.

Joana Rosa Bragança 
Este print maravilhoso teve um pequeno acidente no transporte e estão já a ser tomadas mediadas e feito um tratamento vip para se voltar a pôr direitinho!

 Lara Luís


Catarina Quintal

Rafaela Rodrigues

Beatriz

Todas as crianças que sabem que faço desenhos fazem questão em oferecem-me um delas. E como fiz anos, a minha priminha acrescentou um à minha doce colecção! 

ilustrarte 2012

Serviu a irritação de ter que percorrer, em zigue-zagues, entre encontrões e pisadelas, o matagal de cinquenta mesinhas de cabeceira gigantes com gavetas em vidros repletos de reflexos, para conhecer e reconhecer o trabalho de alguns ilustradores. Entre os reflexos - existem vidros anti-reflexo, mais caros, certamente, mas que concederiam maior dignidade aos trabalhos expostos -, os livros que desaparecem das mesas e as pessoas que espreitam por cima do nosso ombro a gaveta que abrimos, sinto que a exposição precisa de uma segunda visita bem mais calma. Na verdade, já há dois anos tive esta mesma péssima experiência, que depois vim a constatar ter irritado muito gente também: vidros espelhados em mil reflexos que empobrecem as obras e os pormenores que queremos desvendar.  

A exposição inicia-se com a mostra do trabalho de Martin Jarrie, pintor e ilustrador infantil.


Seguem-se os artistas em competição, entre os quais tenho que destacar alguns.

O doce mundo de Simone Rea, que ganhou uma menção especial pelo seu fabuloso "Esopo Favole":





As curiosas técnicas de Annalisa Bollini :


A encantadora edição de autor de Lili Gartner "Night of the bear"

A doçura de Kaatje Vermeire, uma das autoras presentes na exposição que mais gostei de conhecer:

E os extraordinários desenhos de Michael Roher no livro  "6,7,8 Gute naicht" :

{Crazy Cat&Dog People} na Casa Ruim

A colectiva de ilustradores Crazy Cat&Dog People, liderada por Lara Luís, inaugurou, no passado dia 11, na Casa Ruim, uma venda de obras que  reverterá a favor da minha estimadíssima APA - Associação para a protecção aos animais de Torres Vedras, da qual sou sócia há uns meses.




Ilustração, gatos e APA: embora conhecer finalmente a Casa Ruim!
A exposição decorrerá até dia 3 de Março. Não percam a oportunidade de conhecer esta fantástica loja, ver excelentes desenhos (trouxemos alguns) e de ajudar uns patudos.
 

Adorámos  ♥ 

ups...

Manuel Santos Maia , "Alheava"
(fotografia de Edgar Libório)
Depois de visitarmos o projecto de Manuel Santos Maia, inserido na 4ª Edição do Junho Das Artes, tirámos uma fotografia que, sem querer, saiu assim..


campo de batalha

Dentro de dias, farão 626 anos desde que se deu, no Campo de São Jorge, a Batalha de Aljubarrota. Hoje andámos por lá, em cenário de guerra.

Implantado num edifício contíguo ao planalto onde decorreu o histórico confronto, descobrimos o Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (CIBA) que, desde 2008, pretende salvaguardar e valorizar o espólio relativo a este episódio e o local onde se travou a luta. O CIBA é composto por quatro núcleos expositivos, cuja informação está exemplarmente bem tratada e apresentada, recorrendo a tecnologias raras nos espaços museológicos nacionais.
Num pequeno anfiteatro assistimos a um excelente espectáculo multimédia – “A Batalha Real” – no qual pertence o documentário “Aljubarrota” de Margarida Cardoso, produzido pela Filmes do Tejo, que recria a situação política e social que conduziram ao conflito entre o exército português e o de Castela, o momento da batalha e as estratégias e tácticas militares utilizadas por D. Nuno Álvares Pereira.

No espaço destinado à exposição dos trabalhos arqueológicos realizados desde os anos 50 existem uns expositores que, muito à CSI, explicam as causas e as armas responsáveis pelas lesões em alguns ossos encontrados numa vala comum. Brilhante!

Cá fora, segundo um percurso pedonal, equipado com simuladores de fotografias 3D e pontos com áudio descrições, somos conduzidos pelo campo de batalha, do qual fiz um desvio para fotografar um conjunto de pequeninas casas saloias abandonadas.

Vale bem a pena visitar o Campo de São Jorge e vale bem ainda a pena almoçar pela cafetaria do CIBA, onde provámos um creme de castanhas m e m o r á v e l !

o encontro com Mário Botas

Para contrariar o lamentável esquecimento em que a obra de Mário Botas teima em cair no panorama da pintura portuguesa e no nosso ensino de história de arte, foram apresentados alguns desenhos seus na exposição "O Jogo e o Caos", integrada no evento dedicado ao Dia da Poesia no CCB e em colaboração com a Fundação Mário Botas.

A Fundação Casa-Museu Mário Botas, criada pelo pintor em 1983 pouco antes de vir falecer vítima de leucemia, poderá vir a ser inaugurada ainda este ano (passados mais de vinte anos!), na Nazaré, sua cidade natal.

"Le Horla"
"Don Giovanni"

"As moradas Filosofais"

Os Passeios do Sonhador Solitário


Mais obras suas aqui.

múltipla exposição

técnica fotográfica que consiste em expor um negativo ou diapositivo múltiplas vezes.


Estará patente até dia 3 de Abril no Palácio das Galveias a exposição “Eu sou Fotografia – Fernando Lemos” onde se podem encontrar cerca de 130 fotografias que nos remetem para a estética surrealista.

A actividade de José Fernandes Lemos estende-se desde a pintura, gravura, poesia, fotografia e artes gráficas. Desde cedo, inserido no meio artístico português definiu-se como “surrealista, pintando, desenhando, escrevendo poesia”.

Foi numas férias nas ilhas das Berlengas com Marcelino Vespeira, enquanto desenvolvia uma série de pinturas sobre água, que se iniciou na fotografia ao concluir que esta técnica faria mais sentido no desenvolvimento desse trabalho uma vez que surge de um elemento líquido.

Luís Pilar. O Mito da Caverna.
Gesto Emoldurado
Sofia de Mello Breyner
Jorge de Sena
Alexandre O´Neill - Lavagem Cerebral
Luz Teimosa
(a minha favorita da exposição)