assim se faz este meu caminho


Tenho bons amigos. Pessoas que numa noite como a de hoje não dão descanso ao meu telefone. Ouvi palavras e vi gestos que me emocionaram bastante =) E estranhamente algumas destas pessoas, aquelas a quem ainda não tinha procurado, vieram ter comigo esta noite sem saberem o que iam encontrar, como se tivessem um fiel radar capaz de detectar interferências na minha emissão. Fabuloso!
Muito afinados, todos me afirmaram que hoje não perdi nada, ganhei antes uma excelente oportunidade para acrescentar mais uns valentes passos a este meu caminho. "Há males que vêm por bem" disse-me prontamente a minha mãe mal abri a porta de casa. "Basta ver para além do olho do furacão", disse-me outra pessoa excepcional. Cheguei mesmo a descobrir que há alguém com uma vocação potencial para a astronomia... já que andamos em época de homenagens, obrigada astrónomo! Era esta a amizade que te dizia não querer perder.
Têm todos razão, há perdas que acontecem suavemente, que trazem mais esperança que angustia, e se há algo que verdadeiramente me assusta agora é a possibilidade de passar por noites como esta sem ouvir as vossas vozes (ou ler sms!! ehehe) .

(Obrigada pelo brinde MisterFel , acabei de o receber!!)

singularidades em português


Fui ver um filme português. Enquanto me dirigia-me à bilheteira do único cinema onde ainda se pode encontrá-lo apercebi-me, através da conversa das senhoras da frente, que a sessão das 22h já não exibia esse filme. "É normal, não tem público" disse a senhora da conversa. "Singularidades de uma Rapariga Loura" foi limitado a uma sessão por dia, reduzido àquelas sessões ingratas que incomodamente ocupam a hora do jantar . Lembrei-me de quando os meus pais iam ao hipermercado à hora do jantar aproveitando por vezes as horas de futebol ou da telenovela para não ser tão confuso.
Já tinha jantado, já não cheguei a tempo daquela sessão. Será assim mesmo que é visto o cinema português em Portugal? Os melhores filmes são considerados um "entretanto" que acontece nas horas mortas, nas horas mais inconvenientes. Sei que começa a existir espaço para os filmes nacionais, mas sinceramente vejo isso acontecer só para aqueles de pior qualidade. Acho que está condenado à hora do jantar apenas o segmento do cinema que se afasta dos moldes convencionais de hoje, do fast-cinema, onde os filmes são meros produtos vistosos, comercializáveis.
Desculpem o mau feitio, mas creio que se neste filme em vez de aparecer esta singular rapariga loura (Catarina Wallenstein) existisse uma formosa manequim, bem vestida, bem despida, lábio carnudos e olhar taralhouco, já seria possível encontrar este filme em várias sessão, em vários cinemas! Observaríamos aqui uma enchente de curiosos a correr em direcção ao cinema para ver a miúda desfilar na tela sem jamais se lembrarem de fazer as piadas aos planos do realizador e à sua câmara parada. Não interessaria a este público o olhar misterioso e a presença enigmática desta personagem, não foi com isto que cresceram, que se educaram, não é nisto que vêm o cinema. O cinema para mim morre aqui. Morre quando é visto como entretenimento, uma actividade lúdica. Entrar na sala e fechar a cabeça. Entretenimento para mim é evitar pensar muito, ficar mentalmente estático e esperar sair da sala com respostas, com o filme fechado para correr para outra actividade sem sobressaltos. Habituados ao ritmo e aos caprichos do cinema de Hollywood já poucos são aqueles que estão dispostos a sentarem-se e contemplar um filme, entregar-se a momentos simples, reflexivos, e à ironia e humor de um senhor que tem uma forma diferente de contar histórias.Espero não estar esta forma de cinema em extinção, como parece pressentir David Cronenberg em "Cada Um o seu Cinema".
Felizmente ainda existem outras linguagens, outras formas de narrar e de filmar. Ainda existem cineastas que acreditam que nem tudo pode ser tão desapaixonado e que, tal como a beleza, o cinema também não deverá ser gratuito, fácil, formato pipoca açucarada. Nos tempos do mediatismo e do imediato acredito haver uma razão para ainda termos entre nós um senhor com vontade de contar e ilustrar histórias e que nos brinda com as suas sátiras sociais. Um senhor com 100 anos de memórias. A sua curta-metragem em "Cada um o seu Cinema" é prova precisamente da sua vontade de fazer o seu cinema, de entrar em força e brincar com as regras, sociais e cinematográficas. É atrevido, e em vez de apresentar uma reflexão acerca do cinema ou da sala de cinema, como era estipulado para o filme, Manoel de Oliveira faz cinema. Oferece-nos assim um dos momentos mais inesperados do filme ao contar-nos um encontro entre o Papa João XXIII e Nikita Kroutchev, um encontro hilariante e muito sarcástico, que me faz pensar numa frase que li no seu aniversário: "Manoel de Oliveira, um homem sem anos". Tem um espírito tão jovem que me arrisco a dizer ter feito em "Cada Um o Seu Cinema" uma das mais ousadas curtas-metragens.
Acabei nessa noite por ver um filme italiano, o Almoço de 15 de Agosto, de Gianni Di Gregorio, um delicioso filme sobre a terceira idade. Logo no inicio do filme ri-me ao deparar-me com mais uma singularidade em português. Enquanto o filho lia Os Três Mosqueteiros, descrevendo d´Artagnan à mãe, uma senhora que não gostava de homens com nariz de águia, nas legendas portuguesas surge o nome de Dartacão, não uma, nem duas vezes.. várias vezes. Neste filme, pelas mãos do tradutor, o jovem d´Artagnan ganha literalmente uma vida de cão! Pior singularidade que esta só aquela que fez com que ninguém tivesse reparado neste insólito antes de o filme estrear em Portugal. Como é que ninguém corrigiu isto a tempo?!
Vi o filme português noutro dia. Gostei dos planos das janelas, gosto do que as janelas simbolizam, uma abertura para o mundo de alguém. Gostei de ouvir declamar uma parte de o

"Guardador de Rebanhos" de Alberto Caeiro e da forma como esta cena se desenrola com o avançar do poema.


"(..) E tenho o egoísmo natural das flores
E dos rios que seguem o seu caminho
Preocupados sem o saber
Só com o florir e ir correndo.
É essa a única missão no Mundo,
Essa  existir claramente,

Afinal, tal como o telejornal das 20h, este filme está aqui em horário nobre.


nasceram!


Há algum tempo que esperava esta notícia! Soube há pouco que já nasceram os gatinhos que farão parte da minha vida! Uma ninhada de quatro pequeninos em que um é tigrado e os outros cremes, a lembrar a sua ascendência siamesa.
Espero agora ansiosamente por vê-los!!

esse fado impetuoso!


Conheço vidas mal vividas, existências sombrias de pessoas que se sentaram a meio do caminho convictas que para viver é necessário um sofrimento tão profundo que lhes corta a respiração.
A falta de poesia das suas vida leva estes sofredores à necessidade da criação de um drama teatral da qual são encenadores, directores de produção, actores e figurinos, técnicos de som e luz, constroem o palco e escolhem o guarda-roupa e adereços. São o seu próprio público. Essas vidas querem acreditar que nada mais pode existir além do seu próprio cenário teatral, daquele seu pequeno pedaço de terra isolado. Não toleram viajar, não consentem o outro. O que lhes é estranho amedronta-as, criticam, julgam. Tornam-se vidas insulares sem uma linha de areia que as ligue às outras.
E correm os dias, as semanas e os anos...tic tac, tic tac.... embrulham-se nesta existência que tem que ser tragicamente severa, rude.
Estas vidas não partilham, não são partilhas. Tornam-se egoístas. Não estendem a mão para sentirem por perto o calor de outra.
A falta de poesia destas vidas obriga-as a escaparem-se para um refúgio distante, longe daquilo que julgam ser o motivo da sua mágoa. Frágeis, correm daquilo que tantas vezes são apenas outras vidas, lutadoras, claras, conscientes. Porque é no confronto com o outro que vemos o nosso próprio eu, os viúvos destas vidas preferem encaracolar-se, fechar os olhos e olhar apenas para dentro, numa exaltação de si. Estas vidas são tão auto-centradas que os seus pequenos males tornam-se vaidosos dramas que se pavoneiam pela sua existência, e crescem, crescem, crescem, vangloriando-se do território que ganham, da alegria e do prazer que afugentam. Estes males tornam-se os únicos seres a habitar aquelas vidas, os mais cruéis de todos os problemas. Elas, ali sentadas, lamentam os seus medos, a sua calamidade e o pânico que vão ganhando a tudo, a todos aqueles que não reconhecem como seguros e que assumem como ofensivos. Sentem uma desesperada incompreensão.
Tal como um alcoólico faz com o álcool, estas vidas amedrontadas procuram amparo naquilo que mais as destrói, alimentam todos os dias a sua extenuante solidão da qual nem se dão conta. Vidas que não sabem para onde olhar, o que ver, pois estão ali pesadas, afundadas num assento duro que defendem ser confortável. Não se apercebem que dali não têm vista, que ali não chega mais o ar.
Conheço vidas assustadoramente desperdiçadas, ermas, vazias. Gostava que essas vidas encontrassem uma inspiração, ninguém o pode fazer por elas. Como diz neste post Maria do Mar, uma menina que consegue ler em cada dia um verso de um singular poema, "a vida inspira-nos". Ela escolheu ser feliz. Eu também acho MM, é tudo uma questão de escolha, não é preciso viver assim.

pintar as núvens


Em poucos meses a minha vida enlaçou-se à de várias mulheres extraordinárias. Curiosamente começou a andar de mãos dadas com Catarinas! Será que os nomes reflectem mesmo a pessoa que os transporta?
E, para não deixar este círculo de coincidências em aberto, como se fossem regidas por um fenómeno cósmico, hoje é um dia importante para as minhas Catarinas.
Elas são grandiosas, sonhadoras perseverantes, mulheres de uma força singular que por vezes teimam em esquecer. Hoje é o dia delas. Não se conhecem, mas partilham de uma ternura que me orgulho em conhecer e lutam por uma vida que sei que irão encontrar. Estamos em percurso meninas!
E hoje de manhã ao pensar nelas, nestas coincidências que fazem também a minha vida, lembrei de uma outra menina sonhadora que morava numa vila onde estava sempre, dias após dia, a chover.
Ela, sem receio, pulava corajosamente pelas poças enfadonhas da chuva com as suas galochas vermelhas.


Na certeza que iria alcançar uma extraordinária mudança, abriu um escadote sobre o céu, subiu, subiu, subiu e, bem lá em cima, pintou as nuvens de várias cores, pintou cenários para cada estação do ano, um sol, uma lua, muitas estrelinhas! Nessa vila não voltou mais a chover.

Esta menina foi criada pela Rita Sobral (que está aqui neste blog), eu dei-lhe forma. Ela vive num pequenino livro chamado "As Conversas do Céu e da Terra", da Pé de Página Editores, que conta ainda com ilustrações de Luís da Gama.
A menina das galochas é uma menina como vocês, como nós. E, apesar das vertigens, havemos nós também de nos encontrar pintalgadas, sarapintadas, com um grande céu sobre nós.
Hoje é o vosso dia, estou a torcer por vocês.
Parabéns Caracolinha!
Priminha, não hesites, não há cá espaço para receios, hoje vais mesmo actuar!

vejo-te dançar


Olhar para trás a meio de um caminho, rever passo a passo o trajecto passado, agora de frente, agora sobre uma nova perspectiva. Tal como um espelho que reproduz as situações que o defrontam, olhar para trás é espreitar o que se desenrola afinal atrás da paisagem, a única que até então conhecia.
Olhar para trás a meio de um caminho e ver todas as minha experiências diluírem-se no tempo, num olhar mais claro, numa visão mais ampla. Uma grande angular que capta com maior nitidez o meu percurso até ali.
E encontro-me assim face a face comigo. A que observa e a que ainda caminha. Deste ponto olho agora a paisagem, é absolutamente diferente. Ali estão os detalhes que não reparei e aqueles em que tropecei. Nesse jogo propositado de vistas descubro-me a cada passo que dei.
Sei agora que percorrer um caminho fixando o horizonte, perseguindo apressadamente o ponto de destino sem nunca olhar para trás, não permite tirar referências que guiem o caminho quando o tornaremos a fazer. Olhar para trás é assim descobrir os elementos subtis que reclamavam um novo ponto de vista para se estabilizarem. Aqueles que insistem em não olhar para trás perder-se-ão entretanto.

Hoje saí do metro com uma música com que antes pouco me identificava, como tantas outras que falam de um amor visto do outro ângulo. Atravessava o parque. Ao começar a descer umas escadas olhei involuntariamente para trás e, num relvado, encontrei com espanto uma figura ondular em gestos suaves ao som da música que eu trazia comigo. Praticava Tai Chi. Fiquei suspensa, pasmada. Assisti em poucos minutos a um dos mais belos bailados que vi até hoje. A figura acompanhava lenta e harmoniosamente cada compasso, como se tivesse coreografado com primor cada sequência de movimentos para dar matéria àquela música.
Tinha apenas olhado para trás, e daquele percurso que julgava findado, surgiu aquela dança, tão delicada como as minhas lembranças de ti. Naquele relvado podia estar eu a dançar a nossa memória.
Hoje, tal como aquela figura danço sozinha, calma e serena. E ao olhar para trás, recordo-nos com aquela mesma serenidade, um doce amor de gestos harmoniosos e firmes que não permitirei esquecer. Recordo uma delicada melodia que só poderia ter sido dançada contigo.
Observo agora daqui. Se não olhasse neste instante para trás perderia toda a nossa história, perderia-te por absoluto.

Agora sei que afinal só se perde um amor quando olhamos para trás e não o vemos dançar.



boa vizinhança


- Quem terias como vizinho?
- Stuart Staples . Gostava de ouvir a sua voz segredar por entre as paredes.
Hoje, na minha cidade, existe uma ínfima possibilidade de eu me cruzar com o homem que queria ter como vizinho.

esticar as cordas


Madrugar, sol, Instituto Superior Técnico, Núcleo de Arte Fotográfica (NAF), sol, encontros, reencontros, sol, experimentação, fotografar o rapaz que fala muito com as mãos, sol, sol, muito sol, quanto maior a abertura do diafragma menor o campo focal, ou maior?! uffff...sinto-me tão baralhada, sol, ventoinha, água, água, água, ar-condicionado, grande caminhada, sol, muito sol, Gulbenkian, exposição com água no nome quando o que mais tenho é sede, sede, bar, ar-condicionado, Cinemateca, ar-condicionado e relações amorosas disfuncionais na tela, ahhh...está agora frio, frio, muito frio.

Acordo sem voz.

Uma vez sonhei que estava a ser torturada e que alguém se dirigia para o quarto da minha mãe para a torturar também. Enquanto se aproximavam da sua porta eu tentava gritar para a avisar, mas a voz não me obedecia. Ontem revi essa sensação. E naqueles segundos em que ainda não me tinha apercebido da minha previsível afonia, senti-me infinitamente muda, amputada. Nesse ínfimo momento tive a certeza de ter perdido a voz e que ficaria, desde já, fechada, sozinha do lado de cá.
Examinar estes limites e querer ter consciência deles é sem dúvida um grande desafio, uma provocação entre mim. Observo o espanto que sinto quando há um desequilíbrio, um evidente desencontro com o meu próprio corpo. Sentir como qualquer impressão fora do comum me conduz para uma excessiva atenção sobre uma parte do corpo e para a sua efectiva existência. Só verificando essa impressão sei que ele é real. E lembro-me de João de Em Nome da Terra que experimentando uma mutilação toma consciência do seu corpo: " É este chato do corpo que até agora não existia".
Falar, falar, falar ... e se de facto eu tivesse acordado sem mais poder falar?! Nesse instante, nesse receio, a minha voz foi tudo, tudo o que sempre fui e seria, foi a minha própria definição.
E à medida que saía desse estado, já consciente da minha temporária mudez, fui imaginado o desfibrar das cordas vocais a cada esforço que fazia para tornar a voz firme. Cordas vocais espigadas e exercícios de colocação de voz na cozinha: "Áaaaaa Áaaaa Áaaa, olá olá olá, bom dia bom dia".
Ri-me da minha bizarra aflição. Preciso de Vergílio Ferreira.

Fica um dos resultados do workshop no NAF, um fotograma cheio de texturas.


andorinhas



Gosto de andorinhas, recordam-me as tardes de brincadeiras com o meu primo na rua ou no quintal dos meus avós, num bairro aqui em Lisboa. Tenho recordado bastante esses tempos pois encontrei na rua do meu atelier uma Primavera semelhante à da minha infância, uma Primavera muito lisboeta, com o aroma doce das amoreiras e o chilrear das andorinhas.

Míticas peças da identidade portuguesa, as andorinhas que Bordalo Pinheiro desenhou em 1891 interpretam perfeitamente essa recordação da minha infância, e para nunca a deixar escapar gostava de colocar umas quantas numa parede da minha nova casa, a casa azul. Mais do que simples objectos decorativos as andorinhas são peças simbólicas, peças que marcam nao só a nossa herança cultural como muitas histórias pessoais. Acho mesmo que o sucesso da sua reedição está na capacidade que estas possuem em personificar algumas das nossas memórias.

A propósito de andorinhas de cerâmicas, o Estúdio Pedrita realizou uma intervenção na fachada da Ermida Nossa Senhora da Conceição, em Belém, agora transformada numa pequena galeria. Propuseram aqui uma homenagem à chegada da Primavera e ao aniversário de Rafael Bordalo Pinheiro, ambos comemorados no dia 21 de Março, cobrindo a fachada com 1600 andorinhas de cerâmica, peças da Fabrica de Faianças Artísticas Bordalo Pinheiro. Creio que a instalação já terá sido retirada, mas uma vez que não vamos impedir que as verdadeiras andorinhas voem para destinos mais quentes, gostava que estas se tivessem mantido por cá!


arquitectura social II


Devido às grandes catástrofes naturais, que criam em poucos minutos centenas de desalojados, e ao vertiginoso aumento do número de sem-abrigo nas nossas cidades, têm surgido, ultimamente, várias propostas de abrigos temporários. O seu uso e aplicação requerem assim um conjunto de requisitos fundamentais, tais como baixo custo de produção, rapidez e facilidade de montagem e transporte e um bom desempenho face às intempéries.
O WheeLY, desenhado pelo atelier italiano Zo-loft, constitui uma forma bastante criativa de assegurar, nestes cenários, o acesso a um abrigo. Por ser extremamente leve, quando fechado, o WheeLY poderá ser utilizado para o transporte de comida e roupa. Pode ainda ser utilizado como banco, expandindo apenas um dos tubos laterais, ou para dormir, quando aberto na sua totalidade. Ambas as capas da roda poderão servir de suporte a campanhas publicitárias de organizações ou empresa que garantirão os custos de produção e distribuição destes elementos.


Apesar de acreditar mais na sua aplicabilidade em cenários de realojamentos temporários, tendo algumas dúvidas acerca da sua implementação junto dos sem-abrigo, com o WheeLY, os Zo-loft conseguiram pôr o design do lado daqueles que raramente tiram partido dele.